CÉLIA LABANCA
PORTUGUÊS
BIOGRAFIA
 
BIOGRAFIA


Muito prazer! Eu sou Célia. Apenas isso. Uma mulher comum que tem a história igual à de outra qualquer. – Será? Bom... Talvez não! Acontece o seguinte: aquela conversa que todo mundo já sabe de co e salteado de que vale qualquer sacrifício para se ser feliz. Para ser infeliz, nenhum. Nenhum, mesmo! Então eu sou o que qualquer mulher é. Apenas uma mulher. Só não abro mão de minha coragem – nunca adiei meus enfrentamentos – nem de minha curiosidade, contumazes que são. Por isso me permito ser o que sou. Inteira. – Sou otimista porque sou. Sou alegre, porque sou. E sou feliz porque quero.

Formei-me em Direito quase sem querer, e nunca exerci a profissão. Fui Assessora Jurídica do Estado por trinta anos. Nos intervalos tive tempo de fazer pela vida, abandonadamente, tudo que ela determinou. Casei, descasei, casei de novo e descasei. Sou mãe e a Vinícius Labanca, meu filho, entrego a mesma confiança e o mesmo amor que dedico Deus. Li “algumas” bibliotecas. Viajei grande parte do mundo. Fiz muitos amigos e amigas que são a grande recompensa da minha solidariedade. – Tudo sem a preocupação de ter razão.

Deixei e deixo sempre prá lá minhas dores e amarguras que foram muitas e são, porque tenho absoluta consciência da injustiça causada pela condição humana na dimensão em que vivemos. Mas, não quero falar sobre isso! Continuarei trabalhando pela liberdade e pela igualdade. – As escolhi como missão.

Depois, resolvi escrever. Resolvi também que não terei a menor preocupação com as minhas elucubrações, senão com a simplicidade de minhas estórias e seus personagens, que bons ou maus levam o meu DNA. Não me esforçarei por elaborar metáforas, respeitar regras, ou coisas que o valham. Porque idéias não morrem. Sejam elas quais forem. – Sou então, como sempre fui :verdadeira, perfeccionista e profissional ao extremo. – Chatíssima por isso!

Agora, espero apenas que a minha vida continue seguindo a cronologia da minha loucura. - Que é sagrada. Para sempre.



CÉLIA
Ferreira Lopes da Cruz LABANCA nasceu no Recife. É bacharelada em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco. – Foi Assessora Jurídica do Estado. – Criou e coordenou os primeiros “Cursos de Atualização da Mulher” realizados em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco, e o Cecosne. – É Diretora do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco - MAC.PE. – Dirigiu as Galerias Artimagem e Artespaço, tendo realizado exposições de artistas pernambucanos em vários Estados do país. – Coordenou o “Projeto Umbral – Mulher, Tradição e Ultrapassagem” criado pelas artistas plásticas Ana Veloso e Virgínia Colares, citado por Ana Mae, na Revista de Estudos Avançados da USP, Universidade de São Paulo/1996. - Coordenou o “Projeto Artes & Artistas - O que foi feito na Década de 70?" criado pelo Diretor de Museologia do MAC.PE, arqueólogo e historiador Plínio Victor. Para lá também, criou e coordenou o "Projeto Briancartes" dirigido às crianças das favelas do Recife que para o Museu deixaram enorme acervo da expressão plástica decorrente de suas experiências no projeto. – É curadora. – É autora de textos sobre artes e artistas-plásticos(as). – Apresentou quadro sobre Artes Plásticas no Programa “Repórter Celpe” da TV Pernambuco.  – Foi redatora da coluna “Jovens” do Jornal do Commércio. – Tem artigos publicados pelo Jornal do Commercio, sendo alguns deles transcritos para os Anais da Assembléia Legislativa do Estado; pelo Jornal Folha de Pernambuco, entre outros. - Participou como debatedora em programas de rádio e televisão, de atualidades e conhecimentos gerais. – Na área de Assistência Social foi Presidente da Cruzada de Ação Comunitária em São Lourenço da Mata, PE, onde criou e coordenou projetos de inclusão como o “Brigada Mirim”; “Criança Produz”, e o "Programa Esportivo Extra Escolar" que atenderam a mais de cinco mil crianças e adolescentes entre dez e dezoito anos de idade - É representante da Rede de Escritoras Brasileiras - REBRA, em Pernambuco. -  É Membro de Honra e representante para Pernambuco da Academia Divine de Artes e Cultura da França. - Tem o título de "Grão Mestre da Ordem dos Guararapes" outorgado pelo Governo do Estado em 1991, por serviços prestados à cultura de Pernambuco. - É portadora do "Diploma Literário Mulheres que Mudaram a História de Pernambuco" outorgado pela Casa da Imprensa, com o apoio da  União de Escritores Brasileiros - UBE.PE, da Rede de Mulheres Rurais da América Latina e do Caribe, do Fórum das Mulheres Advogadas do Mercosul, do Gabinete Português de Leitura, e da Cooperativa das Médicas do Brasil, em 2010. - Tem o livro "Aminta" citada pelo autor Abdias Moura, membro da Academia Pernambucana de Letras, na  sua obra "O Recife dos Romancistas" da Editora Facform, em 2010. - Tem artigo sobre seu livro "A História Comum de Uma Mulher Qualquer" assinado pelo Presidente da Academia Brasileira de Letras, escritor Marcos Vinícios Vilaça, no Jornal de Brasil, em 2006.